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Pedir Intenções de Missa aos padres do IBP

08 Abril 2018

PARA SOLICITAR UMA MISSA:

1- Enviar a espórtula (R$ 35,00) via Pagseguro;

2- Enviar um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com a intenção da missa;

3- O fiel receberá em seguida e-mails com a confirmação de recebimento da intenção, e, então, com as informações sobre qual sacerdote celebrará e quando será celebrada a missa pedida.

 

SOBRE AS INTENÇÕES DE MISSA E AS ESPÓRTULAS

Os méritos da Santa Missa, a qual é substancialmente semelhante ao Calvário, são infinitos e Deus os deu a Santa Igreja como um tesouro a ser aplicado em favor dos fiéis. Antes de tudo, entretanto, é necessário compreender a questão do aproveitamento dos frutos do sacrifício. A Igreja, ao tratar desse tema, explica: há um primeiro fruto geral, aplicado a todos os fiéis; um segundo, o qual se refere ao sacerdote e aos referidos por ele nos mementos; e um terceiro, aplicado às pessoas e objetos designados pelo celebrante, as intenções da Missa, pedidas através das espórtulas. Deste modo, todo o Corpo Místico de Cristo é privilegiado quando o sacerdote recebe espórtulas e reza por um dos membros da Igreja em particular.

Assim, o oferecimento de intenções é algo que deve ser sempre praticado, pois Nosso Senhor nos legou um depósito imenso de graças por tamanha bondade e a alto preço, é um manancial no qual devemos beber sempre. Deste modo, é necessário que, como sempre ensinou a Santa Igreja, os fiéis ponham intenções na Missa para o bem de toda as almas e mais ainda da intenção nomeada. Ainda mais importante é que os fiéis possam, com esse ato, depositar toda a confiança na Cruz, única esperança dos homens.

Além disso, os sacerdotes, apesar de estarem mortos para o mundo, são compostos de corpo e alma e, como tal, naturalmente necessitam de sustento material. Entretanto, sendo o serviço do altar uma entrega integral, a disciplina da Igreja sempre delegou aos fiéis o auxílio dos seus pais espirituais. Essa idéia, porém, não surge somente da simples lógica, mas também das próprias palavras de Nosso Senhor. Lê-se no Evangelho de São Mateus que, ao enviar seus apóstolos para pregar nas cidades vizinhas, os ordena que comam e bebam nas casas, pois eram eles dignos de seu salário (Mt X, 10). Via-se semelhante instrução no Velho Testamento, onde se ordena que não se deve atar a boca ao boi enquanto ele pisa o grão (Dt XXV, 4), ou seja, não se deve negar ao operário o fruto de seu trabalho. 

Deste modo, com suas sapienciais ordenações, a Santa Igreja instituiu três formas de ajuda que podem ser oferecidas para o sustento dos ministros sagrados. A primeira delas é o dízimo, doação fixa e constante que tem como objetivo o suprimento estável do sacerdote e também o cumprimento, por parte do fiel, da obrigação posta pela Igreja em seus mandamentos (Código de Direito Canônico, cân. 222). A segunda, mais inconstante, consiste em auxílios pontuais e não regulares ao sacerdote, sendo também de grande valia. Porém, a última delas é a mais incompreendida: as espórtulas. 

Comumente se confunde a prática do auxílio dado ao sacerdote pela administração de um sacramento com a simonia. Entretanto, é importante notar que todas as criaturas redimidas por Nosso Senhor têm como obrigação prestar-lhe um culto. E, sendo a Missa o culto perfeito instituído pelo próprio Cristo, é não só lícito como louvável o costume de unir-se ao oferecimento do altar feito pelo Padre com a oferta de parte fruto de seu trabalho e que, ao fim, representa o homem que doa parte de sua vida para o seu Bom Criador e Redentor.

Assim, é necessário compreender que não há um pagamento de um serviço, mas uma participação no sacrifício de Cristo através não só de um suporte espiritual, mas também de uma ajuda material, pois a Igreja é uma sociedade visível formada de membros que necessitam dela receber seu sustento. E, justamente para provar a intenção reta de auxiliar os padres de forma sóbria, o direito canônico sempre condenou os possíveis abusos.

Apesar disso, é necessário notar que a união com o sacerdote não é feita somente através da espórtula, mas principalmente através da união de intenção. Todavia, não se pode negar que essa é uma maneira elevada e pode se dizer inclusive privilegiada de sacrificar-se, ao unir as dimensões materiais e espirituais do homem em uma só obra.

Nota-se, pois, que a imemorial tradição do pagamento de espórtulas é não apenas uma obra legal e útil, mas edificante e piedosa, a qual permite o sustento material ao sacerdote e espiritual às almas. Assim, que Nosso Senhor nos incline cada vez mais à generosidade com os ministros do altar e que nos permita alcançar os infinitos frutos deste Augusto Sacrifício.

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